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UMA RAPIDINHA NO ESTACIONAMENTO DO KALUNGA

Marquei com uma gata deliciosa uma escapadinha na hora do almoço. Combinamos de nos encontrar num motel próximo do trabalho. Para nosso azar caiu uma baita chuva que travou o trânsito na cidade. Estava tudo alagado. Já que ninguém conseguia chegar ao motel, mudamos o horário e o local… Combinamos nos encontrar numa praça e dali iriamos para algum lugar.
Chegamos quase juntos. Ela entrou no meu carro, me deu um beijo na boca, pegou no meu pau e disse:Estou com um puta tesão. Arrume um lugar porque vamos meter de qualquer jeito!

Com essa chuva, o trânsito ruim… Já sei! Vamos “namorar” no estacionamento do Kalunga!
No caminho, com o trânsito lento ela fui matando à vontade – Foi me chupando deixando meu pau duríssimo. Mal conseguia dirigir. A cada parada ela intensificava o boquete e se divertia com a minha falta de controle e medo de ser visto.
Enquanto eu dirigia passava a mão entre as pernas, dedilhando e me lambuzando na buceta dela que estava bem molhada. Às vezes tinha que tirar os dedos para mudar as marchas rsrs.
E foi assim até chegarmos ao nosso destino. Paramos numa vaga no subsolo que é pouco iluminada e bem escondida. Nenhum vigilante a vista!
Motor ligado por causa do ar condicionado e ambos à vontade. Ela terminou de descer a minha calça, a cueca e continuei a chupar meu pau. Subi a blusa, chupei os bicos dos peitos enquanto tocava a bucetinha dela.
Demos uma parada, olhamos em volta e avistamos um casal com várias sacolas se aproximando. Passaram por nós… Olhei pelo retrovisor e vi que os caras não tinham percebido que estávamos ali.
Continuamos mais frenéticos e o ritmo acelerou! Ela com minha rola inteira dentro da boca, subindo e descendo, chupando e sugando a cabecinha, lambendo de cima a baixo, sempre com as mãos em ação, simultaneamente à chupada. No estilo boquete com punheta.
Não resistimos a essas preliminares por muito tempo.
Coloquei o banco pra trás, desci o encosto… Ela encaixou a buceta no meu pau… Ficou de frente, me olhando, beijando, cavalgando forte! Ela metia com muita vontade. O carro balançava. Ela não conseguia trepar devagar, nem eu, mas sempre com os olhos no retrovisor.
A metida foi se intensificando e ficando muito quente. Nesse momento me desliguei e me descuidei na vigilância. O carro estava ligado e se “mexia”. Isso foi suficiente para chamar a atenção do segurança que se aproximou do carro, sem que percebêssemos e bateu no vidro. Só deu tempo dela pular pro banco do carona e tentar se ‘cobrir’.
Desci o vidro pra falar com o cara, que disse:

Melhor saírem daqui antes que os outros seguranças percebam e chamem a polícia.
O cara foi bacana! Educado, sutil e discreto, pois podia ter nos deixando em má situação.
Depois dessa abordagem saímos logo dali!
-Vamos terminar né! Disse ela!
Chovia muito! Paramos numa praça próxima dali. Desci novamente a calca e o pau voltou a ficar duro. Senti a boca dela chupando. Toquei o grelinho dela até que gozamos.
Como estávamos no carro não podia sujar os bancos, né! Então ela aproveitou toda a porra e não desperdiçou nada! E olha que não foi pouca coisa.
Saímos dali ele e rindo muito. Depois de toda essa troca de fluidos, ela me deu um beijo delicioso, com gosto de porra. Quer saber um segredo?
Eu adoro esses beijos pós-gozada.

Leo
Leo

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