APIMENTEI MEU CASAMENTO COM O SÓCIO DO MEU MARIDO

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Os vários anos de um casamento trazem segurança, conforto e tranquilidade. Não para mim! Existem partes de minha anatomia que não arrefecem. Se tenho um lado tranquilo o outro quer se exibir, correr perigo, arder e gozar, se despir da comodidade da rotina e se perder na adrenalina da conquista… Foi assim com ele.
Chegamos ao restaurante. O jantar era para conhecermos o novo sócio do meu marido. Ali eu era apenas uma das esposas, mesmo ciente que sou uma mulher que não passa “despercebida”- seja pelo tom que não se intimida, pelo 1,65m potencializados pelos saltos sempre altos, pelos cabelos loiros ou pelas formas voluptuosas acentuadas pelo vestido curto e pelo decote em “v” que evidenciavam a bunda G e os peitos siliconados.
Após três tacinhas de espumante, interajo de forma mais espontânea, a ponto dos colegas do meu marido comentar:
– Caio é tão reservado; nunca imaginamos que tinha uma esposa tão extrovertida.
Não sabiam de nada…
A noite ia bem até a chegada de Daniel, o novo sócio do meu marido – Um homem alto, elegante, terno bem cortado, par de olhos azuis – Tesão a primeira vista! Certeza que foi “umidificada” quando ouvi sua voz firme:
– Prazer, Daniel! Caio fala muito de você.
Senti de imediato aquela contração na boceta que tenho quando me interesso por alguém. É uma vibração discreta, acompanhada de arritmia cardíaca e de bicos dos seios entumecidos.
– Sente-se Daniel e vamos comemorar nossos novos negócios!
O lugar disponível era ao meu lado. A conversa teve gosto de conquista. Minha primeira investida concreta foi encostar meu braço no dele: Pelos arrepiados. Posso jurar que sua rola também deu uma enrijecida naquele instante. Por um instinto da fêmea no cio, abri as pernas e deixei a minha coxa encostar-se à dele de forma muito sutil, um toque quase ingênuo, mas sem pedidos de desculpa e sem constrangimento.
O recado foi dado. E ele entendeu…

A conversa e a troca de olhares continuaram. Meu marido, com a certeza inabalável da situação consolidada pelo tempo, nada percebeu. E eu também não o notava mais: só tinha olhos para o Daniel. Olhar de desejo e postura de insinuação, atitudes bem características de uma mulher determinada a ser de um homem. E o olhar, para mim, sempre foi uma importante ferramenta para conquistar e ser fisgada.
As taças que se somavam requisitaram minha ida ao banheiro.
– Amor, volto já! Estou de olho, viu? Rs
Abaixei a calcinha e senti minha boceta toda melada de tesão. Aproveitei para retocar o batom. Ao sair, não me surpreendi ao encontra-lo na porta… Mas não tive palavras. Nem delas precisava. E, com sua aura de poder, sentindo minha natureza impulsiva, sussurrou:
– Amanhã te encontro as 17:00hs na minha sala. Seu marido tem uma reunião fora da empresa e vou dispensar a secretaria.
Voltei à mesa, meio desorientada:
– Amor, acho que bebi demais não estava me sentindo muito bem; peça uma agua com gás, por favor…

Dia seguinte, no horário determinado por Daniel estava lá! Minha boceta incendiava e meus músculos vaginais se preparavam para receber e agasalhar aquele pau, que já imaginei ser rosadinho.
Ele me beijou e direcionou minha mão para a sua calça que não escondia o volume do seu pau. Foi suficiente para sentir minhas coxas trêmulas. Passei a ser a presa. Enrijeci. E relaxei. Daniel me agarrou e me dominou. Foi deslizando suas mãos no zíper do vestido, enquanto me beijava com desejo.
– Sua gostosa, quero você!
– Sou sua, me come!


Daniela pegou na minha bunda, encheu a sua mão com intimidade que me inundou de tesão. Homem deve se apossar do que é seu.
– Está com a bucetinha bem molhada? Indagou com uma voz firme no meu ouvido.
Antes que eu pudesse lhe dizer o quanto, ele tirou meu vestido e me deixou seminua…
Eu a sua frente, tive que retribuir a gentileza. Sem me importar com quem mais, me ajoelhei e abri seu zíper. Não há situação que eu me sinta mais mulher do que quando estou colocando um pau na boca. E que pau!
– Isso, chupa gostoso… Deixa meu pau bem melado para eu meter em você!
Daniel me virou de costas, encostou-me a mesa, puxou minha calcinha para o lado… Meu bundão empinado para ele, e enfiou sua pica na minha bucetinha encharcada… Puta que pariu! O safado sabia o que fazia… Ainda teve a audácia de morder minha bunda. Meteu com força, mas de forma cadenciada… E ainda tinha a habilidade de massagear o meu grelinho.
– Vem gostosa, vem pra mim!
– Eu vou… Faço o que meu macho mandar.
Gozei gostoso demais: O perigo, a rola deliciosa, as mãos habilidosas… Logo depois foi a vez dele, afirmando convicto:
– Na próxima vez vou gozar na sua bundinha. Seu cuzinho é delicioso para não ser fodido! Mas não hoje.
Quando eu senti que seu pau não podia mais aguentar, implorei:
– Quero sentir o seu gosto. Quero engolir toda sua porra.
Ele me puxou e me posicionou de frente para aquele cacete latejante: senti todo o seu prazer na minha boca – e foi uma delícia.
Daniel como bom cavalheiro, me levantou e me abraçou. Eu ainda tremia. Ele também estava a mil. Disse-me, com aquela voz de homem:
– Aguardo sua visita semana que vem!
– Na semana que vem quero que você me coma na mesa do meu marido!
– Uau! Seu desejo será atendido.

Vesti-me e sai da sala. No saguão do edifício encontrei o maridão.
– Oi, amor… Estava aqui perto e vim te visitar… Não te encontrei, mas conversei longamente com o Daniel.
– Você gostou dele?
– Muito! Você encontrou o sócio perfeito!

Leo
Leo

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