MAL COMIDA PELO MARIDO, LEITORA CONTRATA GAROTO DE PROGRAMA

ANIVERSÁRIO DE 10 ANOS DO SEXIMAGINARIUM
18 de fevereiro de 2018
MEU MARIDO É UM CUCKOLD VOYEUR
24 de fevereiro de 2018
Show all

MAL COMIDA PELO MARIDO, LEITORA CONTRATA GAROTO DE PROGRAMA

Me chamo Claudia, 47 anos, 20 de casada e insatisfeita com o desempenho sexual do meu marido. Depois de mais uma noite de sexo burocrático, sem criatividade e cheio de bocejos, comecei a visitar sites de acompanhantes. Pensei num garoto ou numa garota de programa. Viajei na ideia de me jogar numa relação homossexual: as mulheres são carinhosas, cuidadosas no toque e no afeto. Mas as tentações do universo feminino foram se diluindo enquanto eu lia os anúncios classificados dos “meninos”. Rapazes com corpos atléticos, cheios de virilidade, pênis enormes… Todos disponíveis ali, como numa prateleira de supermercado, me pareceram mais interessantes do que as mulheres.
Eu fazia a “pesquisa” depois à noite, sempre pelo telefone. Um me chamou atenção:
“Discreto, alto nível, universitário, para mulheres exigentes que procuram um homem de verdade, experiente e que saiba fazê-la feliz. Dote de 20 cm x 6 cm de grossura, cabeça avantajada, venha se deliciar, faço um 69 maravilhoso”.
Mauro, além das características físicas que eu estava procurando, ele era dócil e educado, diferente dos outros trogloditas que encontrei do outro lado da linha. Fiquei de ligar no dia seguinte. Ele me chamava de ‘neném’, perguntava como estava vestida, se havia dormido bem… Depois das nossas conversas picantes pelo telefone, corria para o banho frio.
Num sábado à noite, Mauro deu o xeque-mate:
-Quando vamos nos encontrar?
Impulsiva, devolvi a jato:
-Não aguento mais de tesão: Hoje’.
Acertamos o horário, o motel, menos o preço. Antes de desligar, ele pediu que usasse lingerie vermelha. Com o coração acelerado, iniciei a produção: banho de sais, perfume, maquiagem. Tremia de ansiedade, curiosidade, excitação e medo. Escolhi um vestido preto. Por baixo, vermelho.
Cheguei ao motel umas 20h30. Tomei uma taça de vinho para relaxar. Não adiantou. Andei pelo quarto, sintonizei a TV no canal de filmes pornográficos para me inspirar e em seguida alguém bateu na porta. Era ele. Vi que era lindo. Fiquei desconcertada, mas o abracei e o beijei.
Quando comecei a tirar a roupa dele, lembrei-me do que ele tinha dito uma vez: “Você não vai se arrepender”. E não me arrependi mesmo. Ao contrário do que eu imaginava, nesse tipo de relação nem sempre é o cliente quem manda. Ele comandou tudo, e parecia conhecer minhas preferências e os pontos mais sensíveis do meu corpo. Gozei varias vezes. Foi um show de sexo. O cara ali, profissional, não deixou a peteca cair.
Exausta, esparramada na cama, perguntei ao Mauro o valor. Paguei os R$ 200 com gosto e mais o motel, R$ 90. Saímos de lá perto da meia noite. Não fiquei com drama de consciência. Tinha conversado várias vezes com o meu marido, ele sabia da minha insatisfação com a nossa vida sexual.
Continuo fogosa, e se eu chegar à conclusão de que se meu marido não conseguir apagar meu fogo, parto para outra – não sou de me contentar com pouco sexo. Quero muito, muito. Mas com garotos de programa, nunca mais. Quero um macho que apague meu fogo!

Leo
Leo

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.