KUNYAZA – A MELHOR SIRIRICA DO MUNDO!

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KUNYAZA – A MELHOR SIRIRICA DO MUNDO!

Uma técnica Africana de masturbação feminina desenvolvida em Ruanda, Congo, Uganda e Tanzânia promove os mais poderosos orgasmos femininos – A kunyaza. Originária dos povos Rundi da Ruanda, kunyaza tem dois significados distintos. O primeiro é fazer xixi e o segundo é a ejaculação feminina decorrente da prática. Na kunyaza, a mulher costuma expelir uma grande quantidade de líquidos vaginais, motivo pelo qual o termo deu sinônimo a “sexo molhado”. (assista ao vídeo erótico do casal praticando)
A técnica é considerada uma prática tradicional da Ruanda. Numa pesquisa realizada na África Central, mulheres acima de 70 anos confirmaram que seus avós já usavam a técnica, o que significa que a prática da kunyaza tem no mínimo 150 anos. Existe o folclore local sobre a origem da técnica. Reza a lenda que uma rainha escolheu um guarda real para “meter” com ela. O cara ficou muito nervoso e broxou. Para não deixá-la na mão ele improvisou uma forma para dar prazer a majestade: Esfregou a cabeça do pau nos grandes e pequenos lábios da buceta e no clitóris Dela!


Na kunyaza, o foco do prazer está na mulher. Com o pau duro na mão, o homem deve dar batidinhas no clitóris e nos lábios da buceta da gata, fazendo movimentos circulares ou em zigue-zague. O cara pode variar os estímulos alternando as batidas por fricção com a ponta do pau na entrada da buceta. À medida que a buceta fica mais molhada, o homem repete os mesmos movimentos circulares na abertura dos lábios menores.
Na kunyaza é a mulher quem domina a situação escolhendo os estímulos que deseja receber, a intensidade do ritmo que será usado, dizendo ao parceiro quais são as partes da sua buceta que respondem melhor aos estímulos do pau.
Depois, o homem passa a estimular um novo ponto, o períneo. Fazendo carícias com a cabeça do pau do corpo do clitóris até a região anterior ao cuzinho. Como a fricção pode causar certo desconforto, recomenda-se usar saliva ou óleo lubrificante, caso a região não esteja naturalmente lubrificada.
Em seguida a penetração. O gato deve segurar o pau e introduzi-lo na buceta devagar. Quando estiver lá dentro, em vez do bom e velho vaivém, aposte em movimentos circulares e levemente horizontais (para estimular as paredes vaginais), sempre lentamente.
Para aumentar o nível de prazer, uma das opções é alternar essas novas oscilações com a penetração tradicional. Pode-se tentar a kunyaza em dois tipos de posição: com a gata por cima, comandando o sexo, ou deitada de barriga para cima e o cara ajoelhado no meio das pernas.
A técnica da kunyaza é conhecida por fazer com que a mulher produza uma grande quantia de líquidos, que acaba também lubrificando o pênis do parceiro. Em Ruanda, o termo usado para o líquido secretado durante a kunyaza recebe o nome de amavangigo ou ibinyare (que aqui conhecemos pelo nome de squirting). O líquido expelido é descrito como uma secreção transparente ou levemente branca. A consistência e o cheiro também divergem: enquanto a urina é sempre aquosa, com forte cheiro de amônia; o amavangigo pode ser mais espesso e levemente grudento, e geralmente não apresenta odor.


Apesar de possuir um ritual e forma diferente de excitação feminina, a kunyaza pode ensinar muitas lições para nós que não temos contato à cultura africana:
-Preocupação maior em estimular o órgão sexual feminino;
-A penetração não é único objetivo da transa;
-Explorar mais as zonas erógenas da genitália;
-Conhecer o clitóris como todo e não só a parte que exposta;
-Explorar a sensibilidade do canal vagina e suas paredes;
-A importância em dedicar um tempo maior para as preliminares;
-Ter a possibilidade de estimular a ejaculação feminina.

Leo
Leo

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