ENOLI LARA – A VANGUARDA DA GENITÁLIA DESNUDA

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ENOLI LARA – A VANGUARDA DA GENITÁLIA DESNUDA

No #Carnaval de 1989 a União da Ilha do Governador, escola de samba do Rio de Janeiro, ingressou na Sapucaí para apresentar o enredo Festa Profana, que narrava orgias da antiguidade e a origem do carnaval. Os 90 minutos do desfile da Ilha incluía a destaque Enoli Lara ‏@lLaraenoli A gaúcha, 39 anos, atriz, ex-modelo, o “Bumbum de Ipanema” se exibiu sobre um carro alegórico completamente nua, ou quase: vestia um adereço de cabeça, sandálias e um véu, Ao longo do desfile, Enoli abria o véu e simulava relações sexuais.
“Fui pioneira, não há como falar sobre nudez no carnaval do Rio sem citar meu nome”, diverte-se Enoli, hoje com 65 anos.
A “Bunda Pensante” (apelido dado pela atriz Tônia Carrero à Enoli) confessou também que seu namorado da época, o jogador de futebol Paulo Roberto Falcão, a motivou a sair sem roupa no desfile.

 

“Naquela tarde toda de Carnaval eu fiquei namorando o Falcão, o “Rei de Roma”. Disse para ele que iria sair sem calcinha e que ele iria jogar champanhe do camarote. Ele não acreditou que eu faria aquilo. Quando adentrei no setor 1, ninguém esperava. Incorporei Afrodite e fiz movimentos de cópula. Me senti plena a mais de 10 metros de altura. Sou eternamente grata”, relembra.
O desfile de 1989 não foi o primeiro de Enoli. Um ano antes ela já havia causado furor na Sapucaí.
“Em 1988 a União da Ilha iria homenagear o compositor flamenguista Ary Barroso e havia uma ala só com jogadores e dirigentes do Flamengo. Eu fui convidada para desfilar com eles, como rainha do clube. A escola não tinha dinheiro e me deu apenas um cocar vermelho. Pensaram que eu desfilaria com a camisa rubro-negra, mas decidi pintar o corpo com labaredas vermelhas e pretas que partiam da região genital”, narra.
Ela chegou ao sambódromo dez minutos antes do início do desfile da escola e teve de pintar o corpo na rua mesmo.
“Quando os jogadores me viram, ficaram enlouquecidos”, relembra.


“Depois do desfile, mesmo tomando todos os banhos possíveis, a tintura ficou pelo corpo por mais de uma semana”, conta.
O alvoroço causado por Enoli no desfile de 1989 – que completou 27 anos – levou a Liga das Escolas de Samba do Rio a proibir o nu total. A partir de 1990, cada folião que desfila nu causa a perda de meio ponto à escola que representa.
Fonte: O Estado de S.Paulo, Extra, G1, Terra
História Enoli Lara foi retratada no livro “As Primas Sapecas do Samba – Alegria, Crítica e Irreverência na Avenida” (Editora Nova Terra), dos jornalistas Eugênio Leal, Vicente Dattoli e Anderson Baltar

Leo
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