LOVE YOUR BODY – PELADOS APAIXONADOS PELOS SEUS CORPOS!

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LOVE YOUR BODY – PELADOS APAIXONADOS PELOS SEUS CORPOS!

A revista canadense “Now Toronto” acaba de publicar sua terceira edição da série anual Love Your Body (Ame Seu Corpo), e os resultados são incríveis. A revista pediu aos cidadãos de Toronto (Canadá) para tirarem a roupa e contarem as histórias por trás de seus corpos. Os entrevistados deste ano incluem a escritora e mãe Catherine Hernandez, que voltou a amar o próprio corpo após ser diagnosticada com duas doenças crônicas:
“No ápice da minha doença, eu escrevia e enviava cartas de amor para o meu próprio corpo… Eu guardava essas cartas dentro do armário do banheiro, e sempre lia depois de sair do chuveiro. Era extremamente dolorido tomar banho quando eu tinha os acessos, então, em vez de ficar dizendo apenas ‘Que dor!’, eu continuava escrevendo essas cartas, simplesmente declarando meu amor pelo meu próprio corpo.”

Prince Amponsah, que sofreu sérias queimaduras em um incêndio há quatro anos e que recentemente voltou a atuar — depois de alguma relutância:
“Eu não conseguia me imaginar voltando a atuar, porque eu acreditava que meu lugar não era mais ali. Eu não vejo muitas pessoas como eu nos palcos ou nas telas, e às vezes você precisa desse tipo de exemplo — para que possa enxergar a si mesmo naquela situação, sentir que você também pode fazer parte daquilo.”

Heidi Hawkins, dubladora que falou sobre a amamentação e a pressão imposta com relação ao corpo das mães:
“Eu gostaria de saber, antes de ter meu bebê, como meu corpo poderia mudar e como isso faria eu me sentir,” disse Hawkins. “Tudo o que você ouve falar é de ‘voltar ao que era antes’. Nas revistas você um monte de fotos retocadas de mulheres depois que tiveram filhos, e isso dá às outras mulheres uma impressão falsa de como elas ficarão depois que tiverem filhos.”

Monique Mojica, atriz, roteirista, e diretora artística da Chocolate Woman Collective, que falou sobre a conexão entre os corpos dos povos indígenas e sua terra:
“Tem sido difícil para mim ficar longe de Standing Rock [reserva indígena onde está acontecendo um imenso protesto contra a construção de oleoduto que atravessará o território]”, disse à revista. “Mas está nevando, e eu não fico muito bem na neve. E se não é mais apropriado para essa sexagenária se acorrentar a um trator, que porra uma senhorinha como eu pode fazer?”
“Mas, aqui, eu posso usar meu corpo não apenas para falar sobre o que tem acontecido aos nossos corpos durante esses 500 anos de colonialismo, como sobre o que está acontecendo agora.”

Acacia Christensen, da League of Lady Wrestlers, que falou sobre como é criar seu próprio espaço em um esporte que exclui as mulheres.
“Sempre fui fã de luta livre, mas esse ramo está envolto em uma cultura sexista, racista e homofóbica”, disse Christensen à publicação.
“Eu comecei a treinar em tempo integral e adorei, mas eventualmente eu abandonei. Eu precisava lidar com pessoas fazendo piadas sobre estupro na sala de aula e ainda ouvia que eu estava exagerando. Agora eu estou em um espaço onde eu realmente me sinto bem, mas esse é um subconjunto de um esporte que não aceita as mulheres. Nós criamos e vendemos eventos, e isso é como um grande foda-se para lutadores e promotores que não têm respeito nenhum pelas mulheres.”

Ted Hallett, escritor e ator de teatro de improviso, que falou sobre como é ter um encontro depois de um câncer de rim:
“Eu ganhei bastante peso depois da cirurgia [de remoção do tumor],” disse. “A princípio eu estava preocupado sobre como as pessoas iriam encarar minha cicatriz… Houve uma situação onde eu me senti conectado a uma mulher e senti algo mútuo. Ela também tinha um histórico de câncer. Então eu pensei que essa era uma pessoa que estava passando pelo mesmo que eu estava passando. O relacionamento terminou, talvez porque ela já tivesse superado aquilo, e eu estava apenas começando. Ela deve ter ficado realmente assustada.”

A ativista, professora de ioga e artista pornô Jasbina Justice, que falou sobre ser positiva sobre o sexo após um trauma:
“Como sobrevivente de um trauma, passou a ser grande parte do meu trabalho aprender a como ficar bem sendo sexual do meu próprio jeito e como delimitar limites. Existe uma pressão por respeitabilidade se você sobreviveu a uma agressão sexual — você não pode dizer que está fazendo pornô, algum trabalho relacionado ao sexo ou ser uma pessoa muito sexual. Mas, quando comecei a frequentar espaços positivos sexualmente, foi difícil dizer ‘venho com muitos traumas, isso é assustador para mim’.”

Paul Lancaric, que falou sobre como ficar confortável a respeito do próprio corpo ajudou em seu trabalho como narrador e dublador:
“Alguns dos meus trabalhos como narrador de audiolivros se resumiam em ficar sentado em uma saleta gravando a narração de romances eróticos, e eu não me sentia nada confortável em pegar esses trabalhos antes de conhecer as praias de nudismo e o naturismo,” disse Lancaric. “Isso definitivamente me ajudou a me sentir confiante o suficiente em me sentar em uma saleta e ler passagens picantes relatando várias partes do corpo sem rir ou cair na gargalhada. Esses livros teriam demorado uma eternidade para serem gravados se isso acontecesse.”

Salvar

Leo
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1 Comment

  1. hmaduro disse:

    CADA UM DO SEU JEITO TEM ALGO GOSTOSO PARA OFERECER AO OUTRO……..POR QUE NÃO APROVEITAR ISSO?

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